sexta-feira, 13 de dezembro de 2024

Poeta cordelista Varneci Nascimento

Foto: Ricardo Dias 

Varneci Nascimento, filho do Povoado Salgado, nasceu em abril de 1978, sendo seu pai, Aloncio Chaves, este também cordelista, e sua mãe, Rita Evangelista, a família de cordelistas conta também com seu irmão, Vital Macedo.

Formado em História pela (UEPB), Varneci herdou do pai a facilidade de produzir versos, tratá-los com carinho e sutileza, sobretudo aqueles que comungam à mesa do cordel.

Autor de mais de trezentos poemas, sendo mais de 90 obras publicadas, dialoga com as clássicas histórias da poesia do povo. 

É palestrante sobre a arte do cordel, e já publicou seus livros pelas editoras Panda Books, Nova Alexandria e Luzeiro, e entre seus clássicos estão: O pequeno Polegar; A escrava Isaura (adaptação para o cordel); O Massacre de Canudos. 

Pela Editora Areia Dourada lançou; O encontro dos diferentes; Jesus a experiência humana (prosa),; Entre lágrimas e sorrisos; Paulo Freire um educador diferente; Diálogo de Santa Rosa com Varneci pelo WhatsApp, este último adotado pela Prefeitura de São Paulo em 2022. 

Em uma publicação em seu perfil no Instagram, no dia 13 de dezembro de 2024, o mesmo descreveu a seguinte mensagem e citou alguns de seus prêmios, veja:

São mais de 20 anos atuando no ramo da poesia, especificamente na área literária cordelística. Tem sido prazeroso, ao mesmo tempo desafiador, construir essa casa para me abrigar, colocar tijolo sobre tolo, cuidar das paredes da obra, pintar cada livro com rima, beleza e num lampejo inspirado pelas musas, uma pincelada de poesia. Rebocar as lacunas, alinhar as paredes da narrativa, esquadrinhar cada estrofe e manter meu pacto com o cordel de não maltratá-lo, nem ele me deixar passar fome.

Reconhecer-se escritor é um trabalho difícil porque devemos fazê-lo na dosagem certa sob pena de nos endeusarmos ou cairmos no esgoto da desilusão bem como nos afogarmos na lama da presunção.

Considero-me um autor de sucesso, pois tenho mais de cem títulos publicados, duzentos e cinquenta mil exemplares vendidos, além de ter sido premiado por várias instituições brasileiras. Os militantes da área cultural, se esforçarem na produção de um trabalho de qualidade, sabem que o reconhecimento é um alento na construção da carreira a fim de solidificar a estrada a ser pisada com segurança.

Sou grato primeiro a Deus, e segundo aos leitores e leitoras que consomem meus escritos, sem contar aqueles e aquelas que ainda divulgam para os amigos e amigas. Fui agraciado em várias ocasiões, isto só aumenta a responsabilidade como escritor. 


Trabalhos premiados

• Premiação como Mestre da Cultura pela Secretaria Municipal de Cultura, da cidade de São Paulo em 2023;

• Premiação como Mestre da Cultura, pelo Ministério da cultura;

• A saga do nordestino em São Paulo. (Primeiro lugar no Concurso promovido pelo CTN Centro de tradições nordestinas em 2011);

• Os martírios de uma mãe pelo filho drogado, (Prêmio mais Cultura Patativa do Assaré, do Ministério da Cultura em 2010); 


• Cangaço um movimento social (Concurso Nacional promovido pelo Metrô de São Paulo);

• O amor vence o racismo (Concurso Nacional promovido pelo governo do estado da Bahia, segunda colocação).

Para saber mais sobre nosso poeta cordelista e acompanhar de perto seus trabalhos e publicações, visite o Blog Literatura de Cordel VARNECI CORDEL, ou seu Instagram @varnecicordel 


Pesquisado por: Bruno Matos Cezar
Informações de seu Blog e Instagram

sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

Localização e Dados




Localização

Município brasileiro do estado da Bahia, Banzaê situa-se no nordeste baiano, compondo Território de Identidade e Cidadania Semiárido Nordeste II, e a Região Administrativa de Cipó, como também a micro região homogênea de Ribeira do Pombal, com circunscrito geograficamente entre o Agreste e o Sertão. 

Possui uma área de 409.507 km², sendo 52% composto pelo território indígena, limitando-se com os municípios de Ribeira do Pombal com a via de acesso (BA-388) e a estrada vicinal via Povoado Poço, Cícero Dantas com a via de acesso (BA-220), Quijingue, Euclides da Cunha e Tucano por estradas vicinais.  

Localiza-se a uma distância aproximadamente de 326 km da capital Salvador. 

Dados

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou com data de referência em 1º de julho de 2026, os novos números mostram crescimento populacional do município.

A população estimada chegou a 12.270 habitantes, representando um crescimento de 2,61% em comparação com o Censo Demográfico de 2022, quando o município registrava 11.958 moradores. O aumento corresponde a aproximadamente 312 novos habitantes.

GentílicoBanzaeense 

CEP: 48405-000

Densidade: 29,2 hab./km²

Latitude: 10º35

Longitude: 38º37

Altitude: 350 metros 

Clima: Tropical com estação seca 



Pesquisado por: Bruno Matos Cezar

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Maravilhas do Banza

Vista do Sítio Vitório

Toca Grande na Sede
Praça Nossa Senhora da Conceição (Sede)
Retiro 
Pedra Furada
Tamburil
 Camboatá na Sede




Formações Rochosas no Engenho Velho
Serra do Gancho - Retiro

Sede do alto!
Serra do Arrasta
Entrada da Toca Grande

Igreja Matriz na Sede



Instituições de Ensino


Em 1948 foi construída a primeira instituição escolar quando Banzaê ainda era um povoado, a Escola Edite Brito, está foi desativada no decorrer dos anos e em 02 de agosto de 2021 foi entregue no local a Escola José Benevides (foto).

O município conta hoje com:

Colégio Estadual Flaviano Dantas do Nascimento  (Sede) que oferta Ensino Médio e Técnico, inaugurado o prédio próprio em dezembro de 2006, teve seu registro oficialmente decretado através da Portaria nº 015/2011 de 12 de dezembro de 2011.


Centro Educacional Edval Calasans (CEEC) também situado na Sede, oferta atualmente o Ensino Fundamental completo, inaugurado o prédio próprio em 1999, por diversos anos a instituição ofertou o Ensino Médio e foi reconhecido oficialmente através da Lei 065/1996 e Portaria Res. CEE 196/95 de 13 de janeiro de 1996.

Escolas Mariana Dantas de Matos no Centro da cidade e Genilza Almeida Bitencourt no Bairro Petronílio Dantas (Sede), João Bitencourt Paiva no Tamburil, Palmares no Palmares, Alfredo Macedo no Salgado, Abrão Souza Gama na Queimada Grande, José Dionísio de Oliveira no Monte, João Tapera no Baixão, Terra da Lua no Quilombo Terra da Lua, Maria Preta no Quilombo Maria Preta.

Conta ainda com as Creches Claudiane Alameida Miranda (Sede), Mãe Preta (Salgado), José Camilo Leles (Campo do Brito) e Joaquina Macedo (Queimada Grande).


Pesquisado por: Bruno Matos Cezar

Povoados e Comunidades

Povoado Queimada Grande, maior do município (Foto: Facebook Andreza Cruz)


Queimada Grande
》Salgado 
》Tamburil
Campo do Brito
》Boqueirão
Monte
Palmares
》Baixão
Gitirana
Queimadinha
Retiro
Camarão
Engenho Velho
Pedra Furada 
》Gameleira
》Pau Branco
Mão de Plata, 
Piauí
Massaranduba
Sítio I
Sítio II
》Baixinha
Sítio do Boqueirão 
Barra

Aldeias Indígenas 

Kiriri

Mirandela
Araças
Marcação
Segredo
Baixa da Cangalha
Pau Ferro
Gado do Velhaco 
Baixa do Juá
Cajazeiras 
Baixa

Tuxá

Quilombos 

Baixão dos Negros
Terra da Lua 
Maria Preta 

pesquisado por: Bruno Matos Cezar

Povoado Monte

Foto: Ricardo Dias


O Monte fica localizado no sudeste do município, a 17km da Sede. 

Existem duas versões em relação ao descobrimento do Monte. A primeira que foi habitado primeiramente por um senhor chamado José Dionísio de Oliveira, nascido na Fazenda Baixa, em 1855 e que chegou a comunidade em 1885, casou-se com a Sra. Maria Francisca de Oliveira, tiveram 11 filhos (oito mulheres e três homens), seus respectivos nomes eram: Maria, Joana, Ursulina, Júlia, Alberta, Jovencia, Jesusína, Ana, Alfredo, Joaquim e José, eles trabalhavam na comunidade como carpinteiros e agricultores. Dionísio faleceu em 1948, aos 93 anos. Hoje o Monte é habitada por cerca de 75% de seus descendentes entre netos, bisnetos e trinetos.

A outra versão é que foi descoberto por um senhor chamado Miguel Curvelo dos Santos, um senhor de escravos, que veio do município de Tucano, o qual possuía cerca de 15 escravos. Casou-se com Doma Moça, com quem teve um filho e sete filhas. Não se sabe ao certo quando Sr. Curvelo chegou ao Monte, mas pesquisas apontam para o ano de 1840 ou 1850 aproximadamente. 

O nome do lugar já diz tudo, referência às serras que a rodeia. 

No início tinham poucas casas, feita de taipa (enchimento de barro, a comunidade era coberta por grandes árvores e existia também a casa de farinha de rodete e motorizada). 

A agricultura (feijão, milho e mandioca) era a fonte de sobrevivência e renda; as pessoas trabalhavam em mutirões que tinha o nome de batalhão; realizava também a despalha de milho (os agricultores colhiam seus milhos e convidavam os moradores para a despalha). Durante o trabalho, as pessoas se divertiam bebendo cachaça e “cantando versos e contando causos”.

A diversão mais comum era brincadeira de rodas, bilisconder (esconde-esconde), leitura de literatura de cordel, São João, o pau-de-sebo, e no sábado de aleluia com a queima de Judas e quebra-potes.

Religiosidade. Na época da quaresma era muito respeitada. As pessoas guardavam em sacos seus instrumentos musicais, como: violão e sanfona, não ligavam rádio.

A luz era candeeiro, a base de querosene; água era de tanques de barreira, que aparavam as águas das chuvas, não tinham nenhum tratamento. Quando ficava muito tempo sem chover, as pessoas pegavam água até mais de 6 km de distância.

Na década de 40, a comunidade começou a crescer. Surgiram os primeiros comércios: o Bar de Pedro Guilherme e uma Padaria de Pedro Bira. 

O primeiro rádio da comunidade foi o de Maninho Silva, a primeira radiola (vitrola) pertencia a Manoel Faustino, ambos os instrumentos funcionavam a pilhas.

Na década de 60 a diversão passou a ser forró, tocado pelo primeiro sanfoneiro da comunidade: Manoel Prudente de Moraes, que deixou o ofício para Zé de Maninho, as roupas eram feitas de pano de saco, e usavam tanto homens como mulheres. 

Algumas pessoas importantes para a comunidade.

Alfredo: enfermeiro; Joaquim: carpinteiro – fazia caixões para sepultamento; Filadelfo: coveiro e conhecedor de ervas medicinais também o lendário lobisomem; Aristides: fazendeiro que empregava maior número de pessoas; Joana: humorista da comunidade; Rogaciana e Francina: parteiras.

Na década de 80 a tecnologia chegava ao Monte: a televisão perto e branco, que pertencia a Sr. João de Maninho, na casa de quem a maioria dos moradores se reunia para assistir as novelas, telejornais, Copa do Mundo e principalmente filmes, destacando-se Tarzan e BJ; a primeira geladeira foi possuída por Gervázio.

O Monte atingiu seu maior desenvolvimento a partir da década de 90, quando passou a ser município de Banzaê. Hoje é um povoado desenvolvido, tem uma Escola, está cujo nome é uma homenagem ao provável primeiro morador José Dionísio; Igreja Católica, nas quais os fiéis se reúnem pra louvar a Deus, principalmente na época do Novenário em louvor a Nossa Senhora do Monte Serrat; Associações Comunitárias Rurais, Culturais e de Pais e Mestres, através das quais já conseguiu recursos para a comunidade tais como: Olaria, Casa de Farinha eletrizada, Trator agrícola, além de telefone; PSF inaugurado em junho de 2008; Abastecimento de água; Quadra Poliesportiva, Ruas pavimentadas e Campo de Futebol. 

A população atinge cerca de 510 habitantes (sem contar os que estão em outros estados), que ainda vivem da agricultura, da aposentadoria rural e dos benefícios sociais.

O Monte é como qualquer outra comunidade em fase de crescimento que tem seus problemas, mesmo assim estão com o olhar voltado para o futuro. Os pais se preocupam com a educação dos seus filhos, pois acreditam que através dela podemos transformar para melhor o mundo onde vivemos.

Essa publicação foi enviada pelo professor e blogueiro Josivan Ribeiro que adaptou a mesma ao lado do professor José Andrade, ela foi feita de uma entrevista realizada por alunos ao Sr. José Dionísio Neto. 

segunda-feira, 12 de março de 2018

Brasão e Bandeira Oficial


O Azul do Primeiro Retângulo e da Faixa central com o nome Banzaê – BA é uma homenagem a nossa Emancipação Política, em 24 de Fevereiro de 1989, representa nossas fontes hídricas e o céu, essa cor é frequentemente associada com a profundidade e estabilidade.
O segundo Retângulo Vermelho simboliza o orgulho por nossa terra bem como as lutas e conquistas dos povos que compõem a etnia do nosso município.
Octógono Branco representa a Reserva Indígena Kiriri. Essa é uma cor que remete a paz, sinceridade, pureza, verdade.
O Timbre é uma fortaleza de construção antiga, com quatro merlões e quatro portas que representam os Quatro pilares da administração, sendo eles: Controle, Direção, Organização e Planejamento.
Elementos que compõem o Escudo
Boi: Referência a Pecuária
Mel: Referência a Apicultura
Caju: Referência a Cajucultura
Feijão e Milho: Referência a Agricultura Familiar
A Bandeira e o Brasão oficial do município foram aprovados em uma Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Vereadores, em 12 de março de 2018.

pesquisado por: Bruno Matos Cezar

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Índios Kiriri e Tuxá

Aldeia Kiriri

Igreja construída por Jesuítas em 1701

No início do século XVIII, os Kiriri receberam em doação do rei de Portugal uma légua em quadra (12.320 hectares em formato octogonal) de terras ao redor da aldeia de Saco dos Morcegos, fundada pelos Jesuítas em 1656 (atualmente Mirandela), a qual tornou-se Vila somente na segunda metade do século XIX. 

Região de clima semiárido, relevo irregular, cursos d’água intermitentes, em faixa de transição entre o agreste e a caatinga.

A economia Kiriri caracteriza-se pela agricultura de subsistência (mandioca, feijão e milho) e da coleta de frutos silvestres e mel. O excedente é comercializado no mercado regional. Também produzem um rico artesanato em cerâmica e trançados (principalmente da palmeira licuri).

Em 1983, a população da Terra Indígena Kiriri era de 1.800 indígenas, e atualmente, segundo estimativa de 2023, são 3.800 indígenas.

Os núcleos tradicionais de ocupação kiriri - Sacão, Baixa da Cangalha, Cantagalo, Lagoa Grande, Cacimba Seca - foram substituídos pelos povoados antes ocupados por regionais: Mirandela, Gado Velhaco, Marcação, Araçá, Pau Ferro, Segredo, Baixa do Camamu, Baixa da Cangalha ("Biombo").

O Governo Federal reconheceu as terras do aldeamento como ocupação tradicional e indígena em 1990, sendo a demarcação finalmente homologada através do Decreto Presidencial nº 98.828 de 15 de janeiro daquele ano.

Octógono

A título de curiosidade: A Terra Kiriri é facilmente vista via satélite no município, a qual podemos observar com impecabilidade um formato de octógono (foto abaixo):


A forma octogonal se tornou um símbolo representativo tão forte que aparece também no brasão do município
como forma de homenagem (foto abaixo):



Cronologia 

1979 - Organização de uma roça comunitária na Baixa da Catuaba, situada ao sul do Território indígena, na estrada que liga o povoado de Mirandela ao município de Ribeira do Pombal, caracterizada por forte incidência de ocupações de regionais. 

1981 - Demarcação da Terra Indígena Kiriri, com 12.320 ha. 

1982 - Ocupação da Picos, localizada no núcleo Lagoa Grande, maior fazenda no interior do território kiriri, tida por posseiros e fazendeiros como baluarte na ocupação das terras indígenas. Seu pretenso proprietário, Artur Miranda, era apoiado por políticos da região e considerado pelos índios como o seu mais crucial inimigo. 

1985 - Ocupação de uma fazenda de 700 ha. no núcleo Baixa da Cangalha. 

1986 - Os Kiriri interditam importante estrada de acesso de Mirandela ao povoado de Marcação, retirando todas as posses e roças de regionais ali localizadas. 

1987 - A FUNAI indeniza e o INCRA reassenta 37 famílias de não índios incidentes no território kiriri, nas fazendas Taboa e Serrinha, situadas no município de Quijingue. 

1989 - 85% do território kiriri passa a compor o município de Banzaê, desmembrado de Ribeira do Pombal, em uma manobra política com o intento de "livrar" esse último município da presença indígena. Mirandela havia sido estrategicamente escolhida como sede do novo município. Todavia, mediante injunções na Assembleia Legislativa, em Salvador, os Kiriri conseguem obstar que a nova sede se situe nos limites da Terra Indígena. 

1989 - Cerca de 50 famílias kiriri acampam nas cercanias de Mirandela, após terem suas moradias parcialmente destruídas por uma enchente. Mantêm-se permanentemente no local que se constituía, até 1995, em um núcleo de resistência e pressão frente aos não índios então ocupantes de Mirandela. 

1990 - A Terra Indígena Kiriri tem a sua demarcação administrativa homologada através do Decreto nº 98.828, de 15 de janeiro, sendo posteriormente realizada a regularização imobiliária - Reg. CI mat. 2969, livro 2m, f. 83, em 23 de março daquele mesmo ano. 

1991 - A FUNAI indeniza algumas casas habitadas por não índios em Mirandela e famílias kiriri as ocupam. 

1995 - Os Kiriri ocupam Mirandela, retirando todos os não índios ali incidentes. 

1996 - Os Kiriri ocupam o povoado Gado Velhaco, situado a 2,5 Km de Mirandela 

1997 - Os não índios desocupam o povoado Baixa da Cangalha. 

1998 - Os Kiriri ocupam os povoados de Marcação, Araçá, Segredo e Pau Ferro, retirando as últimas famílias de não índios residentes na Terra Indígena. 

Aldeia Tuxá



Com cerca de 65 famílias, a Aldeia Tuxá foi constituída no município numa área de 414 hectares entre o Povoado Salgado e a Fazenda Sítio, eles vivem basicamente da agricultura familiar e o artesanato também é destaque na tribo.

Eles chegaram em Banzaê vindos do município de Rodelas/BA onde a primeira reserva da Tribo foi reconhecida no ano de 1945. O nome Tuxá originou-se de um grande guerreiro chamado João Gomes Apaco Caramuru Tuxá Contatados.


As referências desta publicação foram retiradas dos portais Índios On LinePortal Kiriri, Povos Indígenas no Brasil e História e Cultura Tuxá e as Fotos: ASCOM Funai.


 Pesquisado por: Bruno Matos Cezar